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Sobre Daniel De Martini Rivera Ferreira


“Curiosity has its own reason for existing”.

– Albert Einstein

Olá, meu nome é Daniel De Martini Rivera Ferreira, nasci em Mogi Das Cruzes em 12/11/1996. Atualmente sou estudante de Engenharia Aeroespacial e Física na Universidade Federal Do ABC. Contarei um pouco sobre minha vida ilustrando-a com situações e experiências que me marcaram de alguma forma, além de contar o que me motiva para futuros projetos. O intuito é construir, resumidamente, minha história ligando os dois pontos do começo dessa introdução.

Desde que nasci tive fascínio por todo e qualquer assunto relacionado à ciência. Quando tinha por volta de 4 anos minha mãe me mostrou um filme chamado “Jurassic Park”, o que me levou a um interesse absurdo pela área de paleontologia. A época que tinha de 4 a 7 anos foi mágica para mim. Além de “Jurassic Park” meus pais me mostraram mais 2 filmes que marcaram minha vida: “O resgate” (um filme de aviões) e “Apollo 13” (sobre foguetes).

Dr. Grant no filme Jurassic Park

Como podemos ver, minha vida é, de alguma forma, “balizada” por filmes e obras que considero artisticamente importantes. Vou voltar a esse ponto nos parágrafos que falar sobre ciência!

Resumidamente, minha infância foi baseada em ciência e aviões. Três histórias engraçadas ilustram isso!

B777 Etihad Airlines
Representação de um átomo

A primeira delas aconteceu quando eu tinha por volta de 5 anos: Minha mãe amarrava meu cadarço para eu ir ao colégio, eu estava atrasado. Ela me apressava e dizia “anda filho, você está aí olhando para o nada!”, e eu realmente estava! Aliás, eu “briso” muito e acabo viajando muitas vezes na minha própria cabeça no dia! Mas voltando para a história… estava eu olhando para o nada, quando olho para minha mãe e pergunto: “Mãe, qual a diferença entre força da gravidade e atmosfera?”. Minha mãe ficou me olhando pensando “Que p… é essa filho, vamos embora”. Sempre que lembro da história fico feliz e dou risada por isso representar o amor que tenho por ciência e e mostrar um lado “questionador”.

A outra história foi quando nos mudamos de Mogi Das Cruzes para São Paulo, quando tinha por volta de 3 anos. Morávamos próximo ao aeroporto de Congonhas. Sempre tive fascínio por aviões e, naquela época, eu realmente amava ficar o dia na sacada observando aquelas máquinas voadoras e extremamente doidas. As palavras que eu mais falava eram “olha” e “vião”. Este fascínio resultou em um curso de piloto privado e algumas das minhas melhores experiências da vida, nos céus.

Eu piloto, como podemos ver, torço para o maior do brasil SANTOS!

A terceira é sobre a primeira palavra que aprendi a falar. Segundo meu pai, foi “Lua”. Desde sempre, um fascínio meu foi a gravidade e a astrofísica. Sempre tive o interesse e isso me ajudou a formular minhas motivações para o futuro, como uma espécie de “porta de entrada” para a ciência.

Hoje posso dizer que sou, acima de tudo, um entusiasta da ciência. Faço engenharia aeroespacial, muito provavelmente influenciado por obras como “O resgate” e “Apollo 13”, e física. Considero que minha porta de entrada para a física foi exatamente a gravitação, mas minha linha de pesquisa (e provavelmente futuro mestrado) é na área de física da matéria condensada. Amo minha pesquisa e vou defendê-la. Brincadeiras a parte, essa área da mecânica quântica me conquistou e vem conquistando cada vez mais. A cada resultado é uma euforia diferente.

Imagem ilustrativa da pesquisa. (foto retirada do artigo de Kandasamy).

As grandes obras artísticas continuam a me influenciar dentro e fora da ciência. Vale ressaltar que o conceito de arte, no meu ponto de vista, é extremamente amplo. Desde as sinfonias de Beethoven até as publicações do grande Albert Einstein. A arte é verdadeira quando o(a) artista faz o leitor/espectador/etc. sentir o que ele(a) sentiu, e é exatamente isso que um artigo científico proporciona.

As grandes obras/descobertas são o que me move. Atualmente penso imensamente em ir para a área acadêmica na esfera que pesquiso. Como trabalho na área de oxidação e não há uma formalização teórica/matemática do assunto até o momento, penso sim em tentar atravessar essa fronteira. Pretendo realizar um mestrado em física, na área da minha pesquisa assim que me formar em engenharia, podendo, enfim ingressar na academia.

Há muito mais que não me lembro agora e que surgirão como histórias em futuros posts. Para encerrar, gostaria de citar uma das últimas grandes figuras do mundo científico, Stephen Hawking. “Be curious”

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